O nascimento de um filhote de harpia no Zoológico de São Paulo trouxe à tona o sucesso de um esforço contínuo de conservação. Conhecida como gavião-real, a harpia (Harpia harpyja) é uma das maiores aves de rapina do planeta e vive em florestas tropicais da Amazônia e da Mata Atlântica. A espécie enfrenta risco de extinção devido à destruição de habitat, caça e baixa taxa reprodutiva.
Pontos Principais:
- Filhote de harpia nasce no Zoológico de São Paulo pela primeira vez.
- A espécie é considerada “quase ameaçada” pela IUCN.
- Foram registrados 216 nascimentos no último ano, incluindo 37 espécies em risco.
- O caso reforça o papel dos zoológicos na conservação da biodiversidade.
Este é o primeiro nascimento da espécie realizado integralmente no zoológico, desde a postura do ovo até a eclosão, e marca um feito significativo no manejo e reprodução de animais ameaçados em ambiente controlado. A ave pertence à fauna brasileira e é considerada “quase ameaçada” pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

A reprodução exitosa foi resultado de um trabalho técnico e constante da equipe do zoológico, que tem priorizado projetos focados na manutenção da biodiversidade. A instituição também tem investido em práticas modernas de bem-estar animal, buscando garantir um ambiente adequado à reprodução de espécies sensíveis.
Nos últimos 12 meses, o Zoológico de São Paulo contabilizou o nascimento de 216 filhotes, sendo 37 deles de espécies que constam em listas nacionais e internacionais de risco de extinção. Esses dados reforçam a relevância do zoológico como centro de conservação e pesquisa.

Além da harpia, outras espécies importantes têm encontrado no espaço um ambiente seguro para reprodução. A variedade de nascimentos também colabora para o fortalecimento de programas de educação ambiental voltados à conscientização do público sobre a importância da preservação da fauna nativa.
O nascimento do filhote não apenas simboliza uma vitória técnica, mas também levanta o debate sobre o papel de instituições zoológicas na proteção de espécies em risco. A reprodução em cativeiro é, em muitos casos, uma das únicas estratégias viáveis para garantir a continuidade genética de populações selvagens em declínio.
Diante das constantes ameaças ambientais, ações como essa assumem papel essencial na manutenção do equilíbrio ecológico e na sobrevivência de espécies que dependem diretamente da intervenção humana para não desaparecerem da natureza.
Fonte: Instagram e Umsoplaneta.
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