Dono da Tesla: Elon Musk é o homem mais rico do mundo hoje; veja lista dos 10 mais

Quando o assunto é dinheiro, Elon Musk parece estar sempre no banco do motorista — e de preferência em um Tesla, com o piloto automático ligado e a conta bancária acelerando de 0 a 342 bilhões em tempo recorde. Em 2025, mesmo com os freios gastos da Tesla nas bolsas, o empresário voltou ao topo do ranking da Forbes, deixando claro que, no mundo dos bilionários, quem dirige bem a tecnologia não sai da pista.

É curioso pensar que um cara que fabrica carros que não fazem barulho faz tanto barulho na economia global. Musk não apenas comanda a montadora que virou sinônimo de mobilidade elétrica como ainda arranja tempo para decolar com a SpaceX, dar opiniões polêmicas no X (ex-Twitter) e, agora, cortar gastos no governo dos EUA. Literalmente, ele é o cara que abastece com energia limpa e ainda economiza no imposto.

10 homens mais ricos do mundo

  • Elon Musk – US$ 342 bilhões
  • Mark Zuckerberg – US$ 216 bilhões
  • Jeff Bezos – US$ 215 bilhões
  • Larry Ellison – US$ 192 bilhões
  • Bernard Arnault – US$ 178 bilhões
  • Warren Buffett – US$ 154 bilhões
  • Larry Page – US$ 144 bilhões
  • Sergey Brin – US$ 138 bilhões
  • Amancio Ortega – US$ 124 bilhões
  • Steve Ballmer – US$ 118 bilhões

Enquanto isso, Mark Zuckerberg aproveitou o embalo da inteligência artificial para subir degraus na escada da fortuna. Entre um avatar no metaverso e outro, o criador do Facebook agora ocupa o segundo lugar. Jeff Bezos, que trocou o “Carrinho de Compras” pelo “Foguete de Estimação”, completa o trio. E ainda arranja tempo pra ir a festas de Oscar com a namorada — porque bilionário também curte tapete vermelho.

Elon Musk voltou ao topo da Forbes em 2025, mesmo com a Tesla enfrentando queda nas ações. O empresário somou US$ 342 bilhões e retomou a liderança entre os mais ricos do mundo - Imagem gerada por IA.
Elon Musk voltou ao topo da Forbes em 2025, mesmo com a Tesla enfrentando queda nas ações. O empresário somou US$ 342 bilhões e retomou a liderança entre os mais ricos do mundo – Imagem gerada por IA.

Na outra ponta, Bernard Arnault tomou um susto com a queda nas vendas de artigos de luxo. Parece que o pessoal resolveu trocar bolsas Louis Vuitton por boletos pagos. E no meio disso tudo, uma herdeira do Walmart tenta lembrar ao mundo que mulheres também acumulam fortunas gigantescas — mesmo que a primeira delas só apareça lá no 15º lugar. A seguir, todos os detalhes do clube mais exclusivo que existe: o dos que podem comprar uma ilha sem precisar parcelar.

Nova liderança com quedas e reestruturações

Elon Musk lidera o ranking com US$ 342 bilhões, mesmo após um desempenho negativo das ações da Tesla em 2025. A empresa, conhecida pela produção exclusiva de veículos elétricos, enfrenta desafios no setor e perdeu valor de mercado, mas Musk manteve a dianteira na lista da Forbes. O empresário também controla a rede social X, a SpaceX e participa do governo dos Estados Unidos, integrando o Departamento de Eficiência (DOGE).

O envolvimento político de Musk vem ganhando espaço desde a eleição de Donald Trump, de quem é aliado próximo. Além disso, ele tem histórico de investimentos em inteligência artificial, sendo um dos fundadores da OpenAI. Musk nasceu em Pretória, na África do Sul, e tem 12 filhos. A exposição pública da família também gera repercussões, como o recente atrito com sua filha Vivian Jenna Wilson.

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Mesmo com a oscilação de suas empresas, Musk conseguiu se manter à frente de nomes fortes da tecnologia e do varejo global. A sua permanência no topo do ranking é resultado da diversidade dos seus investimentos e da capacidade de atuar em diferentes setores estratégicos da economia.

Setor de tecnologia domina o pódio

Mark Zuckerberg aparece pela primeira vez na segunda colocação da lista, com uma fortuna estimada em US$ 216 bilhões. Criador do Facebook em 2004, ele detém cerca de 13% das ações da Meta, holding que reúne Instagram, WhatsApp, Threads e outras plataformas digitais. A valorização recente do grupo acompanha o otimismo do mercado em relação à inteligência artificial.

Desde 2021, a empresa passou a se chamar Meta, numa tentativa de direcionar esforços ao metaverso. Embora esse movimento ainda não tenha dado retorno financeiro expressivo, a confiança na Meta cresceu ao longo de 2024 e 2025. O avanço tecnológico e os resultados das plataformas sociais foram essenciais para impulsionar a fortuna de Zuckerberg ao segundo lugar.

Jeff Bezos, por sua vez, ocupa a terceira colocação com um patrimônio estimado em US$ 215 bilhões. O fundador da Amazon deixou o cargo de CEO em 2021 para focar no jornal “Washington Post” e na empresa aeroespacial Blue Origin. Mesmo fora da liderança executiva, Bezos mantém influência significativa na Amazon e na economia digital global.

Outros nomes no topo e suas trajetórias

A quarta posição da lista de 2025 pertence a Larry Ellison, cofundador da Oracle, com cerca de 40% das ações da empresa. A Oracle teve crescimento impulsionado pela incorporação de inteligência artificial aos seus serviços em nuvem e pela parceria com outras empresas do setor de tecnologia. Ellison deixou o cargo de CEO em 2014, mas ainda atua como diretor de tecnologia.

Bernard Arnault, presidente do grupo LVMH, caiu para o quinto lugar. Com US$ 178 bilhões, ele viu sua fortuna encolher diante do cenário desfavorável para o setor de artigos de luxo. A LVMH reúne 70 marcas, como Louis Vuitton, Dior, Tiffany’s e Sephora. A retração no consumo global impactou diretamente o desempenho financeiro do grupo em 2024.

O megainvestidor Warren Buffett, com 94 anos, aparece na sexta posição. Ele é o principal nome da Berkshire Hathaway, holding que controla empresas como Geico, Duracell e Dairy Queen. Conhecido pela estratégia de longo prazo e pela diversificação de portfólio, Buffett permanece como referência no setor financeiro.

Presença do Google e o poder da Alphabet

Na sequência do ranking, aparecem os cofundadores do Google: Larry Page, em sétimo lugar, e Sergey Brin, em oitavo. Ambos criaram a empresa em 1998 e formaram a holding Alphabet em 2015. O conglomerado comanda diversas empresas de tecnologia, incluindo YouTube, Android, Chrome, Gmail e Google Cloud.

A valorização das ações da Alphabet refletiu diretamente no crescimento patrimonial dos dois empresários. Além disso, o foco em inteligência artificial e plataformas digitais contribuiu para o fortalecimento da posição do Google no mercado global.

A presença dos fundadores do Google reforça o domínio da tecnologia na composição do topo da lista de bilionários. Seus investimentos em inovação continuam gerando retornos elevados, mesmo em um cenário de desafios regulatórios e mudanças de comportamento digital.

Empresários tradicionais completam o top 10

A nona posição é ocupada por Amancio Ortega, da espanhola Inditex, holding que controla a Zara. Com 89 anos, Ortega possui 60% da empresa, que opera com oito marcas e cerca de 5 mil lojas no mundo. Sua fortuna reflete o alcance da moda rápida e o desempenho da Inditex nos últimos anos, apesar da concorrência do varejo digital.

Fechando o top 10 está Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft. Ele entrou na empresa em 1980 como o 30º funcionário e comandou a gigante de tecnologia de 2000 a 2014. No mesmo ano em que se aposentou, comprou o time de basquete Los Angeles Clippers, da NBA, ampliando sua atuação fora do setor de tecnologia.

Ambos demonstram que a longevidade empresarial e a diversificação de ativos ainda são estratégias eficazes para a manutenção de grandes fortunas. O top 10, portanto, reúne perfis variados, de inovadores digitais a empresários com décadas de atuação no mercado.

Representatividade e destaques brasileiros

A primeira mulher a aparecer na lista é Alice Walton, herdeira do Walmart, ocupando apenas a 15ª colocação, com US$ 101 bilhões. A baixa representatividade feminina se mantém, reforçando um padrão histórico do ranking da Forbes. Mesmo com o aumento do número de bilionárias nos últimos anos, a desigualdade de gênero ainda é visível.

O Brasil teve 55 nomes na lista de 2025, uma queda de 16 nomes em comparação ao ano anterior. Entre os que permanecem, o destaque vai para Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, com patrimônio estimado em US$ 34,5 bilhões. Aos 43 anos, ele mora em Singapura com sua esposa e filho.

Mario Araripe é o único brasileiro estreante neste ano. Fundador da Casa dos Ventos, maior desenvolvedora de energia renovável do país, Araripe acumula 70 anos de idade e lidera iniciativas no setor desde 2007. Sua entrada na lista reflete o crescimento do mercado de energias alternativas no país.

Número recorde e tendência de expansão

A lista da Forbes de 2025 inclui 3.028 bilionários ao redor do mundo, um recorde histórico. Desse total, 288 são novos nomes. Os novatos vêm de 33 países diferentes, com perfis variados entre investidores, empreendedores e herdeiros. Juntos, acumulam US$ 680 bilhões.

A entrada de novos nomes, como Johannes von Baumbach, de 19 anos, o bilionário mais jovem do mundo, indica uma renovação contínua no perfil dos grandes patrimônios. Muitos desses novos bilionários têm ligação direta com tecnologia, startups e setores sustentáveis.

A presença constante de figuras tradicionais e a ascensão de novos nomes mostram que o cenário global segue em transformação. O ranking se torna, cada vez mais, um reflexo das mudanças econômicas e sociais que moldam o mundo contemporâneo.

Fonte: UOL, CNN e G1.

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